Qualquer que seja o motivo, numa reunião entre pessoas, a bebida se faz preceito e indispensável. O ato de beber em coletivo, engloba os mais diferentes ambientes, como luxosas festas onde se veste terno, ou mesas de boteco onde se calça chinelo.
Nas relações afetivas a bebida também pode estar presente; um flerte, um brinde, um adultério são precedentes de beijos com sabor de álcool e amor com loucura.
Todos nós, no fundo, queremos alguém com quem se possa vivenciar porres homéricos, antecedidos por dividir uma pizza, goles de vinho barato, beijos e amor de cinema.
Mas nem tudo são rosas, aliás, poucas coisas são rosas além das próprias rosas. Então se faz difícil alguém assim, num estalar de dedos, materializados em nossa frente. É aí que se põe um som, se abaixa ou apaga as luzes e se bebe sozinho.
Há muita coisa por trás de beber sozinho…