[…] E então exclamou: “Quero conhecer gente! Gente que sofra, que chore e que sinta saudades. Gente que morra de amor e disso não se esconda. Gente que não tema o ridículo a ponto de considerar tolice a própria candura. Gente que com cada gesto me faça lembrar o quanto sou imperfeito e tantas vezes reles.
Estou farto de semideuses! Afinal, onde é que há gente nisto tudo!?”. […]
.R.G.